Limito-me a observar como se estivesses no horizonte...
Observo as voltinhas de uma bailarina mas que não sabe dançar...
Não consigo dizer mais nada !
quinta-feira, dezembro 19, 2013
quarta-feira, dezembro 18, 2013
Música do dia : Coldplay - Clock - legendado em PT
Resumindo o dia de hoje:
Coldplay - clock - legendado em PT
Coldplay - clock - legendado em PT
Passei por cá.
Passei por cá.
Vim levantar algumas pedras mas só vejo cinzas de algo que um dia fui. Eu, este blogue e todo o contexto que ele envolvia... memórias.
Passei por cá.
Para descobrir que tenho um cantinho morto, secreto, que nem os fantasmas cá andam... e se vês isto, por favor vai-te embora. Quero estar sozinho.
E eu vasculho nas cinzas até ficar coberto de preto, de sombra, de vazio. Porque para recomeçar, preciso de vasculhar na merda até à indiferença. E já não me importo...
Passei por cá.
E por agora, só me apetece estar em silêncio.
Vim levantar algumas pedras mas só vejo cinzas de algo que um dia fui. Eu, este blogue e todo o contexto que ele envolvia... memórias.
Passei por cá.
Para descobrir que tenho um cantinho morto, secreto, que nem os fantasmas cá andam... e se vês isto, por favor vai-te embora. Quero estar sozinho.
E eu vasculho nas cinzas até ficar coberto de preto, de sombra, de vazio. Porque para recomeçar, preciso de vasculhar na merda até à indiferença. E já não me importo...
Passei por cá.
E por agora, só me apetece estar em silêncio.
quarta-feira, março 24, 2010
:: Coro Virtual constituido por pessoas em carne e osso.
Uma grande ideia. 185 pessoas contribuiram para um coro virtual. Sem sairem de casa cantaram para os seus computadores e após montagem da todas as gravações, a orquestra de vozes é lançada ao mundo pelo youtube. Espectacular.
Eric Whitacre's Virtual Choir - 'Lux Aurumque'
quarta-feira, julho 15, 2009
:: A "FUGA" de Nunes
FUGA
(poema de Nunes)
Óh! Abelha que volteias no meu mel
A ti definitivamente te prometo
Aonde quer que fiques ou vás,
eu quero-me loooonge.
(poema de Nunes)
Óh! Abelha que volteias no meu mel
A ti definitivamente te prometo
Aonde quer que fiques ou vás,
eu quero-me loooonge.
quinta-feira, julho 09, 2009
:: O que esmorece padece de morte

:: O que esmorece padece de morte
poema de Nunalves da Silva
Todas as coisas parecem esmorecer.
Ainda que muita a vigência
a seu tempo
padece e morre.
Esmorece o cuidado das minhas plantas
padecem no aquário peixes inocentes.
Morre a minha vontade.
Esmorece o equilibrio das portas
as paredes húmidas padecem frias.
Morre o meu contributo.
Livros que esmorecem na prateleira
padecem intocáveis as revistas semanais.
Morre o meu afinco.
A compostura esmorece embriagada
as limpezas padecem felizes.
Morre o meu aprumo.
Parentes esmorecem ao longe
Caídos padecem os ombros.
Morre a estima.
Esmorece a pincelada
Padece a minha crença.
Morre o interesse.
Esmorece o interesse
padece o equilíbrio.
Morre a sensatez.
Esmorece coração.
Padece corpo.
Morri.
Só.
poema de Nunalves da Silva
Todas as coisas parecem esmorecer.
Ainda que muita a vigência
a seu tempo
padece e morre.
Esmorece o cuidado das minhas plantas
padecem no aquário peixes inocentes.
Morre a minha vontade.
Esmorece o equilibrio das portas
as paredes húmidas padecem frias.
Morre o meu contributo.
Livros que esmorecem na prateleira
padecem intocáveis as revistas semanais.
Morre o meu afinco.
A compostura esmorece embriagada
as limpezas padecem felizes.
Morre o meu aprumo.
Parentes esmorecem ao longe
Caídos padecem os ombros.
Morre a estima.
Esmorece a pincelada
Padece a minha crença.
Morre o interesse.
Esmorece o interesse
padece o equilíbrio.
Morre a sensatez.
Esmorece coração.
Padece corpo.
Morri.
Só.
quarta-feira, julho 01, 2009
:: Não posso adiar o amor

Não posso adiar o amor
poema de António Ramos Rosa
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração.
poema de António Ramos Rosa
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração.
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